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Dúvidas Frequentes Voltar

Tema: Garganta

O tratamento é feito a base de antibióticos e antiinflamatórios que devem ser indicados somente por um médico geral, por um otorrinolaringologista ou por um pediatra.

Nem sempre. Antes de decidirmos pela sua retirada é necessária uma avaliação do otorrinolaringologista com realização de alguns exames. Isso porque, quando existem outros fatores associados, as infecções de repetição podem não terminar com a remoção das amígdalas. Fatores como: a respiração bucal, diminuição da imunidade e refluxo gastroesofágico devem ser pesquisados e corrigidos antes ou em conjunto da remoção das amígdalas.

A adenóide, assim como as amígdalas, são órgãos do sistema imunológico das vias aeras superiores. Sua ação vai aproximadamente até os quatro anos de idade e as amígdalas até a puberdade.

Abscesso periamigdaliano é a complicação mais freqüente e potencialmente grave porque, nesses casos, a infecção atinge os planos mais profundos atrás das amígdalas formando uma coleção de pus que pode se expandir até o tórax (mediastino) ou para o sangue (septicemia) tornando o quadro gravíssimo. Outras complicações são a febre reumática com possibilidade de lesões cardíacas, a infecção aguda dos rins (glomerulonefrite) que pode, em raros casos levar a insuficiência renal e distúrbios do sono por aumento de volume importante durante o processo inflamatório/infeccioso.

Na verdade o problema não está em TER a adenóide (órgão do sistema de defesa – sistema imunológico), mas sim no seu tamanho devido sua localização atrás do nariz. Quando a adenóide diminui a passagem do ar para a garganta, há uma diminuição da passagem do ar pelo nariz forçando o indivíduo a abrir a boca e ter uma respiração bucal associada que pode levar a problemas como amigdalites de repetição, roncos, apnéia e alterações do crescimento facial e dos dentes em crianças. Além disso, o nariz terá dificuldade em renovar suas secreções naturais que ficam retidas facilitando ocorrência de infecções como as rinossinusites.

A amigdalite é um processo inflamatório/infeccioso que ocorre nas amígdalas. Até cinco a seis episódios por ano é considerado aceitável desde que não sejam acompanhados de complicações como abscesso periamigdaliano etc.